quarta-feira, 31 de outubro de 2012

O Mágico do cinema




No post passado sobre História do Cinema, o CeNA 23 embarcou na história dos Irmãos Lumière,  os percussores do cinema. Nessa semana, falaremos de um homem que mudou a forma de se olhar para um filme: George Méliès. Ele era um ilusionista francês e dono de um famoso teatro, o “Robert – Houdin”. 

Foi justamente na primeira exibição feita por Auguste e Louis Lumiérè que ele teve seu primeiro contato com o cinema. O mágico estava na exibição e quando viu o novo aparelho que os irmãos haviam criado, se encantou e percebeu ali uma forma de mostrar a sua arte. Ele foi o pioneiro em criar filmes de ficção científica, utilizar cenários, figurinos e maquiagem; e a criar trucagens e efeitos especiais.

Os primeiros filmes de Méliès, realizados em 1896, não acrescentaram em nada para a evolução do cinema, já que eram cópias do que havia sido feito anteriormente: filmes curtos, de aproximadamente 1 min, que documentavam o cotidiano e sem cortes. 


Porém, um dia, por engano, George Méliès, estava filmando um ônibus em movimento quando a câmera travou. Ao voltar a filmar, no lugar do ônibus, passava um carro fúnebre. Quando ele foi assistir ao filme, percebeu que o ônibus tinha se “transformado” em um carro.

A partir, então de 1897, ele começou a explorar esse universo fantástico no cinema, produzindo filmes em um estilo de “teatro filmado” usando o recurso de exposição múltipla de negativos, da fotografia composta, do teatro, do processo de pintura sobre a película para ter “filmes coloridos”, maquetes e truques ópticos. 

Imagem do filme de Méliès: "Viagem à Lua"

Dessa forma, Méliès conseguiu montar uma indústria de filmes, a Star Filmes, que se tornou o polo cinematográfico na época e produziu cerca de 500 filmes em toda sua vida. Depois de 1908, sua empresa enfraqueceu devido à concorrência, e foi à falência. 





Entre os seus filmes mais conhecidos estão: “Viagem à Lua”, baseada na história do escritor francês Júlio Verne, em 1902 e “As viagens de Gulliver”, adaptação do romance do irlandês Jonathan Swift. 

domingo, 28 de outubro de 2012

Quer chá?

   "Inglês só toma chá as cinco horas da tarde". Mas a história que acontece com um simpático casal, vivido por Ana Alves e Matheus Rakauskas, transforma um cotidiano lanche das cinco em uma hilária conversa entre marido e mulher. 




     O curta “A hora do chá” foi inspirado em um texto homônimo de Max Nunes.


    Confira um pouco do que aconteceu nos bastidores:




    


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

É só um minutinho


O CeNA 23, Núcleo de Cinema e Animação está trabalhando o cinema com os alunos em dois de seus projetos: o Ideias em movie-mento, uma oficina que estimula a criação e realização de curtas pelos próprios alunos; e o Curta o 9º ano, aulas sobre cinema em que o resultado é a produção de curtas-metragens, onde os alunos roteirizam, filmam, atuam e editam seus projetos. E para se conhecer mais dessa arte que é o cinema, o CeNA 23 estará contando um pouco da história dele.

Auguste e Louis Lumière foram os protagonistas da história do cinema. Eles eram filhos de um fotógrafo e proprietário de uma indústria de filmes e papeis fotográficos. Estudaram em uma escola técnica e realizaram vários estudos sobre os processos fotográficos, na fábrica do pai, até chegarem ao cinematógrafo. Foi esse o aparelho utilizado na primeira exibição pública, em 28 de dezembro de 1895.
Ele é como um ancestral da atual filmadora: movido à manivela, não necessitava da energia elétrica. Utilizava negativos perfurados (filmes de 35 mm), capturando cerca de 16 imagens por segundo. Atuava como filmadora, mas também como projetor e ainda podia se fazer cópias dos negativos. E por ter pouco peso, em comparação com outros aparelhos que surgiram também nessa época, podia ser transportado e filmar locais variados, ampliando as possibilidades para fora dos estúdios.



A primeira exibição aconteceu no subsolo do Grand Café em Paris. A entrada custava 1 franco (moeda francesa da época) e havia 33 assentos, os quais foram ocupados em 20 minutos. O filme? Simples trabalhadores saindo da fábrica. 



Além do filme "A saída dos operários da fábrica Lumiére", outros foram exibidos nessa noite inaugural, entre eles: "A chegada do trem na estação", "O almoço do bebê" e "O mar".
E desde então, o cinema nascia para o mundo. Os primeiros filmes tinham um caráter documental por retratarem a vida cotidiana, não estarem vinculados às narrativas (histórias) e possuírem uma única tomada e cena. Geralmente tinham mais ou menos um minuto de duração, que era o tempo que o rolo de filme gastava para ser usado e filmados ao ar livre. 


Os irmãos Lumiére, em 1896, equiparam vários fotógrafos com seus aparelhos cinematográficos e os enviaram para vários países para que eles trouxessem novas filmagens para serem exibidas e também levar as que foram feitas em Paris. Eles colocavam a câmera fixa em um lugar aleatório e filmavam. Assim, a Inglaterra, o México e a Venezuela também foram retratados por seus contratados. 
No Brasil, a primeira exibição aconteceu no Rio de Janeiro, na época capital federal, no dia 08 de julho de 1896.










quarta-feira, 17 de outubro de 2012

“A aliança”: nosso novo curta


  Um homem, um pneu furado, uma aliança que se perde, e uma indecisão:



como sua mulher vai reagir a isso?





              Essa é a dúvida que Luís Fernando Veríssimo deixa no ar em seu conto "A aliança", que inspirou o novo curta de mesmo nome, lançado pelo Projeto "Ideias em Movie-mento" e interpretado por Frederico Crochet, Alice Rodrigues e Izabelle Marino. Trilha sonora de Lucas Menezes. Confira aí mais um pouquinho dos bastidores:






quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Aula Animada!



  O Projeto "Aula Animada" começou a todo vapor!
  Os alunos dos 7º anos iniciaram as produções para as animações.



Eles estão trabalhando com dois tipos de animação: o 2D e o stop motion. 

O primeiro é feito através de desenhos e o segundo com objetos reais fotografados.








Esse é o segundo ano que o projeto funciona dentro das aulas curriculares de Artes.